Coisas que detesto ao volante

A Mariana volta à carga com um novo desafio: Coisas que detesto ao volante.

Este é especialmente fixe para mim porque conduzo todos os dias e tenho montes de ódio para partilhar.

Aqui está a minha lista:

  1. Taxistas
  2. Malta de boné
  3. Taxistas
  4. Condutores a fumar
  5. Taxistas
  6. Malta que deita lixo pela janela (especialmente beatas)
  7. Taxistas
  8. Malta que anda na faixa errada para cortar a fila lá à frente
  9. Taxistas
  10. Malta que não usa os piscas
  11. Taxistas
  12. Malta que usa os piscas da esquerda nas rotundas e os desliga quando querem sair delas (pessoal: é ao contrário!)
  13. Taxistas
  14. E finalmente, taxistas

Não é que tenha alguma coisa contra os taxistas, simplesmente odeio-os (na estrada, entenda-se).

Estou com a banda

Desta vez o desafio vem do Viriato: criar a capa de um álbum imaginário, de uma banda igualmente imaginária.

O processo é o seguinte:

  1. Gerar o nome da banda através do link Página aleatória da Wikipédia (o Viriato sugeriu a wiki inglesa, mas eu usei a versão tuga)
  2. Gerar o nome do álbum através das últimas quatro palavras de uma citação aleatória — mais uma vez a sugestão original foi para um site em inglês, mas preferi usar o pt.wikiquote
  3. Escolher uma imagem no Flickr para o álbum através do link das fotos interessantes dos últimos 7 dias — aqui, o Viriato sugere usar a terceira foto, mas eu decidi escolher naquela página a que melhor se relacionava com o nome da banda e do álbum
  4. Finalmente compor tudo no editor favorito e apresentar a capa ao mundo:

album.jpg

E para que fique tudo limpinho, os créditos a quem é devido:

Análise da Caneca das Savage Chickens

Analize-se a caneca das Savage Chickens.

Encomendei esta caneca no ano passado para servir de Caneca de Trabalho™. A encomenda foi mais difícil do que pensei inicialmente porque, como seguidor deste cartoon, quando decidi encomendar a caneca já sabia exactamente o desenho que queria, mas infelizmente esse desenho não constava da lista da loja deles.

Felizmente, o autor é bastante acessível, e, tecnicamente, é relativamente fácil de acrescentar um novo desenho à loja, uma vez que as canecas são impressas na hora de acordo com as encomendas. Assim, bastou um mail para que a minha caneca aparecesse na lista e a pudesse encomendar. Duas semanas depois chegou, em todo o seu esplendor:

caneca.jpg

Agora, passado um ano de utilização quase diária, faço a minha análise crítica.

Em primeiro lugar, é de destacar a qualidade da impressão, que tem bom aspecto e tem sobrevivido bem a limpezas quase diárias, apesar destas limpezas serem, na maior parte das vezes, muito superficiais.

Como caneca também funciona muito bem, armazenando os líquidos a qualquer temperatura sem quaisquer fugas. A abertura ampla em cima e a asa confortável proporcionam uma utilização fácil e desprovida de curva de aprendizagem.

Também fiquei agradado com a forma da cerâmica, especialmente o fundo côncavo:

fundo.jpg

Fundo esse que permite, entre outras coisas, um encaixe quase perfeito na cabeça:

cabeca.jpg

…a maneira correcta de transportar uma caneca com líquidos a escaldar.

Assim, aproveito para lançar o desafio à Mariana, ao Ricardo e ao Viriato: quero ver uma análise feita por vós de um produto que usem todos os dias, mas que passe, de certa maneira, despercebido.

Lista de presentes impossíveis

A Mariana lança de novo o desafio: fazer uma lista de prendas que gostaria de receber pelo natal, mas que provavelmente nunca vou possuir.

Quantas prendas? A lista dela tem 10, que tem a vantagem de ser um número redondo, portanto aqui estão as minhas 6:

  • Viagem ao espaço
  • Vencer o desafio dos 10K no Desktop Tower Defense sem trafulhice
  • Um carro com cinco lugares
  • Se o carro acima referido não puder ter 5 lugares, contentava-me com um Tesla Roadster
  • Alguma espécie de passe que me permita viajar para onde quiser no mundo, quando quiser, na companhia aérea que quiser, com quem quiser
  • Saber todas as línguas do mundo, ou se isso for pedir demais, pelo menos saber alemão perfeito, sem o trabalho de o aprender

Já sei que assim que publicar este post, me vão ocorrer ideias muito melhores, mas como na compra de material informático, a coisa tem de ser feita mais cedo ou mais tarde.

Para o ano há mais.

Só espero que uma busca por trekalhadas no google nao devolva este blog

A Mariana lança um desafio estranho: comentar a nova série de Start Trek.

Para começar, há dois problemas com isso: o primeiro é que eu não quero este blog associado com Star Trek. Eu sei que está escrito “Geekalhada” lá em cima, mas têm de haver limites.
O segundo problema é que eu não conheço a nova série de Star Trek, e em geral, os meus conhecimentos desse universo sao um tanto ou quanto limitados.

Dito isto, não posso deixar de responder a um bom desafio quando ele é feito, portanto na incapacidade de fazer uma avaliação conveniente da série em questão, apresento a minha visão de um episódio de Star Trek perfeito:

Spock encontra-se na ponte a falar com Pickard. Kirk encontra-se no chão, de joelhos.

Spock: Mata o Kirk, junta-te a nós!
Pickard: Não! Eu sei que a série The Next Generation foi a melhor!

Pickard energiza o seu sabre de luz e atinge Kirk na zona do abdómen.

Spock: Hei, mas mataste-o na mesma!
Kirk: *augh* ainda não estou *coofff* morto…

Janeway entra na ponte através de um daqueles elevadores futuristas:

Janeway: Clar–
Elevador: *Schwiiip*
Janeway: Claro, toda a gente odeia o Kirk.
Kirk: Vai-te lix– *blhaarg* o meu estômago!
Janeway: … e a série Voyager foi a melhor, sem dúvidas.

De repente, ouve-se o barulho que sinaliza a chegada de uma comunicação.

Pickard: On screen!
Janeway: On screen!
Kirk: *Auurgggg*!

Aparece a imagem de Sisko no ecrã central

Sisko: Nunca o saberemos, porque o autor deste texto só viu uns 20 episódios da série Next Generation, 5 da série original, 2 da Voyager, e o meu nome teve que ir consultá-lo à Wikipédia.

Kirk morre.

És tu, meu amigo?

Hoje recebi um mail de um tal “Penis”.
O meu primeiro pensamento foi: “O meu pénis agora tem acesso à internet? Isso não me soa assim tão estranho”.

No final de contas era apenas mais um spam, mas pelo menos deu para concluir que a internet ainda não chegou, de facto, a todo o lado.