O Rafael sobrevive (1ª semana)

Faz uma semana que o Rafael me veio fazer companhia para o escritório. Ok, tecnicamente, passou uma semana e um dia, mas porque decidi marcar um alarme semanal para me lembrar de regar o vaso, e como por vezes os fins de semana prolongam-se até às segundas-feiras, achei mais seguro marcar o alarme para as terças.

Passado uma semana (e um dia), orgulho-me de dizer que o Rafael não demonstra sinais de morte eminente:

Aliás, se não me engano, as folhas até parecem ter crescido um pouco, mas penso que isso também pode ser apenas uma falsa impressão visto que não dá para ver claramente comparando as fotos actuais com as fotos da semana passada.

[Já agora, acerca das fotos devo dizer que estas têm muito melhor qualidade porque foram tiradas com a minha máquina reflex digital, ao passo que as da semana passada foram tiradas com o telemóvel -- só a lente da reflex é maior que o telemóvel todo]

Os cactos também se encontram bem de saúde aparente:

O pai protector que há em mim quer ver um crescimento na narigueta do cacto narigudo, que comparando com a foto da semana passada parece ter crescido um pouco. Por outro lado, o ângulo da foto também pode enganar, por isso tirei esta foto de perfil, de maneira a poder fazer a comparação mais facilmente no futuro.

Finalmente, uma boa surpresa foi o aparecimento de um artista não convidado à festa:

O Joaquim apareceu ali quase de repente, de um dia para o outro. Como usei terra de outro vaso cujas plantas já há muito tinham morrido, estava convencido de que essa terra estaria árida, mas pelos vistos sobreviveu pelo menos uma semente lá no meio que só precisava de um pouco de água e negligência para germinar. Que tipo de planta será? Será que se vai dar bem com os cactos e o bambu?

Só há uma maneira de saber. Vou fazer questão de colocar mais 3 gotas de àgua todas as semanas para ti, Joaquim.

3 thoughts on “O Rafael sobrevive (1ª semana)”

  1. Elah, está vivaço o teu vaso! Mas, cá para mim, o Joaquim (como é que te lembras destes nomes?) não passa de uma sanguessuga, lentamente à espera de uma hipótese para se conseguir tornar a espécie dominante nesse pequeno bloco de terra..

    Cuidado!

  2. O Joaquim é jovem demais para se andar a armar em espertinho, mas se a coisa começar a correr mal, já tenho outro vaso pronto a recebê-lo.

    Na verdade o vaso extra era para separar o bambu dos cactos em caso de desespero (leia-se “morte eminente”), mas como as coisas parecem estar a correr bem…

    Quanto aos nomes: então não se vê logo que ele tem cara de Joaquim?

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