Archive for the "A odisseia do Rafael" Category

Olá, Rafael

Há muito tempo que não colocava uma posta neste blog. Lamento — os meses de Dezembro e Janeiro foram stressantes e tive de desviar toda a minha inspiração literária para a produção de palha para um documento para a universidade. As boas notícias é que agora estou com a produção em alta e, visto que [...]

O Rafael diz olá

Contra todas as expectativas, o Rafael sobreviveu já quase 5 meses em condições adversas que começam com ter de partilhar o vaso com dois cactos e os dois Joaquins, e terminam no facto de ele ter de depender de mim para que lhe dê essa deliciosa substância que é a água. Os Joaquins, que algumas [...]

Primeira etapa: sucesso!

Já há muito tempo que nao escrevia sobre o estado do Rafael e dos seus amigos. Como o título deste post diz, a experiência tem sido um sucesso: Ok, um dos cactos faleceu tragicamente, mas aqui no Geekalhada preferimos pensar positivo. Afinal, podemos ter perdido um cacto, mas ganhámos dois Joaquins — isto é ainda [...]

Primeira baixa

:~(

Tragédia!

Terceira semana. O Rafael continua com boa saúde aparente, apesar de uma das folhas estar a ficar com tons amarelos. Rafael pá, ainda falta muito para o outono! Mas a notícia mais triste é que o cacto branco já parece ter ido desta para melhor. Ontem quando cheguei do fim de semana reparei que ele [...]

O Rafael sobrevive (1ª semana)

Faz uma semana que o Rafael me veio fazer companhia para o escritório. Ok, tecnicamente, passou uma semana e um dia, mas porque decidi marcar um alarme semanal para me lembrar de regar o vaso, e como por vezes os fins de semana prolongam-se até às segundas-feiras, achei mais seguro marcar o alarme para as [...]

A odisseia do Rafael

Existe uma daquelas regras que ninguém diz, mas que todos conhecem, que afirma que todos os escritórios deviam ter pelo menos uma planta. Como trabalhador de escritório que sou, tentei durante longo tempo ignorar essa obrigatoriedade por medo que a pobre da planta sucumbisse à minha preguiça. Ora, recentemente decidi que não vou fugir mais [...]